Doença impedia mulher de se expor ao sol. Sofrimento durou anos
10/02/2010 by admin
Em: Testemunhos
As perturbações na vida da doméstica Ronalda Lima começaram há alguns anos. Ela via vultos, não conseguia dormir à noite e passou a ser uma pessoa nervosa e muito angustiada. As consequências ela começou a sentir no próprio corpo.
Veio, então, a coceira. Depois, a pele passou a descamar e logo os tumores se espalharam pelo corpo. Face inchada, queda de cabelo, dor e febre muito fortes, e Ronalda já não podia se expor ao sol, situação muito complicada para quem vive em Maceió, capital alagoana, estado conhecido pelo belas praias. Os médicos já não sabiam mais o que receitar. “Lembro o dia em que a dermatologista me disse que nada mais poderia ser feito por mim”, emociona-se ela ao falar. “Mas eu sentia muitas dores. Entrei em desespero”, lembra.
Ao assistir à programação da Igreja Universal do Reino de Deus pela televisão, ela não pensou duas vezes. Passou a frequentar as reuniões de terças e domingos. “As dores eram insuportáveis, mas a minha fé em ser curada passou a ter cada dia mais força”, lembra ela, com os olhos marejados.
A ansiedade pela cura era tão grande que ela não percebia a cura. Até que um dia, ao acordar, ficou surpresa. Logo chamou o esposo que já esperava ouvir alguma reclamação sobre dor ou algo parecido. “Não tem mais nada na minha cabeça. Estou curada!”. E foi a melhor notícia que o casal poderia ter recebido.
Hoje Ronalda voltou a usar tudo o que havia sido suspenso pelos médicos: sabonete, perfume, shampoo. “Já posso, inclusive, sair ao sol. Eu sou a prova viva de um milagre”, conclui.








