IURD/AL unge as mãos dos alagoanos a fim de que eles tomem posse das vitórias
A rotina de quem trabalha em salões de beleza é composta por atividades como lavar os cabelos dos clientes, escová-los e cuidar das unhas. Para desempenhar todas essas funções, eles utilizam as mãos. Vânia Santos trabalha como manicure há 13 anos. Segundo ela, que atende a aproximadamente 14 clientes por dia, “as mãos são, para muitos, um cartão de visitas. Por isso a preocupação em mantê-las sempre bem cuidadas.”
Para Ariel Fernandes, que é cabeleireiro há 27 anos e, com suas mãos, construiu um grande salão de beleza localizado na Jatiúca, as mãos são mais importantes que os instrumentos, como a tesoura e a navalha. “Quem constrói o corte de cabelo, por exemplo, são as elevações de grau promovidas pelas mãos”, explica Ariel.
As mãos estão envolvidas na maioria das atividades desempenhadas pelo ser humano, sendo um de seus principais instrumentos de trabalho. Uma costureira, por exemplo, teria dificuldades para conduzir as máquinas reta ou overlock, ou para fazer as modelagens e cortar os tecidos, caso não tivesse as mãos. “Sem as mãos, eu não seria nada”, reforça a costureira Marluce Costa.
Evitar o gol sem as mãos, impedindo que o time adversário marque pontos, também seria uma tarefa difícil para os goleiros. “Diferente dos outros jogadores, que trabalham com os pés, as mãos para mim têm importância fundamental porque é com elas que eu saio do gol e desempenho a minha função”, destaca o goleiro do Corinthians Alagoano, Henry Feiden.
As mãos revelam comportamentos, medem a temperatura emocional, produzem músicas e realizam intervenções cirúrgicas e, mais que isso: dão forma às ideias e produzem impressões. E são essas mesmas mãos que a Igreja Universal do Reino de Deus (Av. Comendador Gustavo Paiva – Mangabeiras) começa a ungir, a partir desta segunda-feira (23.08), na Nação dos 318, a fim de que os alagoanos tomem posse das vitórias.
Noite de Fé e Milagres em Marechal Deodoro
O Bispo Sérgio Correa percorreu, na noite da última terça-feira (10.08), os 25 km que separam Maceió do município de Marechal Deodoro para realizar, naquela cidade, mais uma Noite de Libertação. A reunião foi realizada no Clube do Grêmio (localizado próximo ao Terminal Rodoviário do município) que ficou repleto de famílias em busca da salvação espiritual.
Uma noite de muita oração, clamor, fé e milagres. “Estava há dois meses sem sentir meus braços e agora consigo movimentá-los como antes”, contou Expedito Antônio da Silva, logo após a primeira oração da noite. Maria Aparecida também se livrou das dores. “Há 3 anos sofria com problemas na coluna. Eram comum os dias em que não conseguia me levantar da cama. Agora, depois da oração, como o senhor pode ver, não só estou em pé como posso carregar minha filha no colo”, emocionou-se Maria Aparecida Silva, ao relatar a cura para o Bispo Sérgio Correa.
Esses foram apenas alguns dos inúmeros milagres que fizeram da noite uma verdadeira Concentração de Fé e Milagres.
Dia 16 de agosto – o Dia do Recomeço, na Nação dos 318
Uma das maiores qualidades de um vencedor é nunca desistir. Por outro lado, a maior derrota de um ser humano é desistir de lutar, de querer, de acreditar, ainda que esteja passando por problemas como a falência na empresa, desemprego ou dívidas. É nesses momentos em que a mente é dominada por pensamentos negativos. O desânimo une-se ao cansaço, esgotando as forças e a motivação.
Pensando nisso, a Igreja Universal do Reino de Deus promove nesta segunda-feira (16.08), especialmente às 19h, no Templo Maior (Avenida Comendador Gustavo Paiva, Mangabeiras), o Dia do Recomeço, uma reunião voltada para aqueles que desejam começar a agir a fé a fim de concretizar grandes sonhos.
“Sigamos o exemplo de Neemias. Ao saber que Jerusalém havia sido atacada pelos inimigos, tendo os muros derrubados e as portas queimadas, ele chorou e lamentou por alguns dias, mas buscou em Deus e, pela fé, partiu para o recomeço”, destaca o Bispo Sérgio Correa, ao complementar que Neemias lutou com todas as forças e, em 52 dias, reconstruiu os muros da cidade, reconquistando a honra do povo daquela cidade.
Entrevista com o bispo Sérgio Correa
No auge da carreira, atleta abandona o futebol para atender ao chamado de Deus. Ele fala sobre a busca pelo sucesso profissional e a realização em fazer parte da família Igreja Universal
Por Cristiane Calaça / Fotos: Bruno Delgado
redacaoiurd@arcauniversal.com
O semblante sério logo é substituído pelo olhar atencioso de quem parece estar sempre pronto a servir. Assim é o Bispo Sérgio dos Santos Correa, 46 anos. Nascido na capital do Rio de Janeiro (RJ), ele é, atualmente, o responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal do Reino de Deus no estado de Alagoas, atividade que exerce junto com a esposa Daisy Baptista Correa, com quem é casado há 24 anos, e o filho Victor Correa.
O pai era gráfico e a mãe uma dona de casa que engravidou dele quando já estava com 40 anos de idade. Uma família oficialmente católica, durante a semana, e frequentadora das casas de encostos, às sextas-feiras. Em entrevista exclusiva, o Bispo Sérgio Correa fala sobre o passado de sofrimento, o período em que foi jogador de futebol profissional e a realização de servir a Deus.
Como foi a infância do senhor?
Assim que eu nasci, minha mãe descobriu um relacionamento extraconjugal do meu pai e decidiu que, a partir daquele momento, o casal dormiria em quartos separados. Uma decisão que durou por toda a vida.
Meu pai, apesar de ser um bom profissional, mergulhou no vício da bebida, envergonhando a família. Os fins de semana e datas festivas eram sempre um tormento. As brigas entre os familiares ocorriam dentro e fora de casa. Meu pai ainda mexia com as esposas de outros homens, despertando a ira dos vizinhos. Lembro-me que, certa vez, um desses homens foi até a minha casa tentar matá-lo.
Meu pai tinha manifestações com entidades e minha mãe também frequentava as casas de encostos. Éramos oficialmente católicos durante a semana e às sextas-feiras, buscávamos os espíritos. As brigas foram marcas fortes que ficaram na família nessa época. Um período em que minha mãe contraiu uma tuberculose, que consumiu dela um pulmão e meio; meu irmão mais velho se revoltou e saiu de casa, passando anos sem falar com a minha mãe; outro irmão morreu aos 16 anos, vítima de parada cardíaca; uma irmã adquiriu um tumor no seio que progredia para um câncer; e eu também fui acometido por uma doença, sem diagnóstico médico (depois soube que tinha sido um feitiço feito para mim), que me fez perder o movimento das pernas. Na época, eu já era jogador de futebol.
Como surgiu o jogador profissional?
Eu sempre fui muito apegada à minha mãe e, por isso, acabava absorvendo todos os problemas de casa, embora fosse ainda muito jovem. Como o que eu mais gostava de fazer era jogar futebol, e tinha como foco chegar a ser um atleta profissional, acabava sendo o campo de futebol um refúgio, um lugar onde eu esquecia os problemas de casa.
No período em que eu adoeci, minha mãe começou a frequentar a Igreja do bairro Padre Miguel, no Rio de Janeiro (RJ), à época com dois anos de existência. Ela, então, me perguntou se eu queria ir até lá. Na época, eu estava há semanas sem me alimentar e quase sem o movimento das pernas. Um tormento para quem tinha como maior desejo ser um jogador de futebol profissional.
Acompanhado pela minha mãe, cheguei à IURD numa quarta-feira. Lembro que, a princípio, achei a reunião muito chata porque eu estava sentindo muitas dores, a ponto de não conseguir ficar em pé. Até o pastor começar a orar. A partir daquele momento, quanto mais ele falava, parece que a voz dele penetrava nos meus ouvidos e fazia uma revolução dentro de mim, o que me provocou ânsia de vômito. Acabei vomitando muito dentro da igreja, na hora da oração. E quanto mais eu tentava evitar, mais eu vomitava.
Então, imediatamente, eu voltei a sentir minhas pernas, senti fome. Nos dias seguintes (quinta e sexta-feira), voltei à igreja e, de novo, vomitei muito. Uma obreira, que nos atendeu, disse à minha mãe que aquilo era resultado de um trabalho de bruxaria feito para mim. Comecei ali um processo de libertação na igreja, retomei as atividades no futebol, mas, a princípio, eu não me converti. Passei a ser um mero frequentador.
O que fez o senhor se converter de verdade?
Aos 17 anos, jogando no Campo Grande Atlético Clube, no Rio de Janeiro, fui convocado para a Seleção Brasileira Juvenil de Futebol. Um momento em que passei a pegar firme na Igreja; parecia até um cristão autêntico.
Logo depois, houve uma seleção para disputar um torneio internacional em Cannes, mas fui substituído por outro jogador da mesma idade, que já era profissional a mais tempo do que eu. Aquilo me causou uma frustração muito grande. Psicologicamente abalado, meu rendimento começou a cair e logo saí da Igreja. Pensei até em abandonar o futebol. Como eu ainda não tinha nascido de novo, não tive estrutura para suportar aquele momento difícil, o que levou alguns anos até eu conseguir superar.
Eu recordo-me de uma partida na qual eu joguei muito mal, sendo até substituído. Nesse dia eu chorei muito. Estava angustiado por não saber o que estava acontecendo comigo. Então, a Dona Creuza, uma amiga da família e membro da IURD, disse que ia orar por mim. Na quarta-feira fui jogar contra o Fluminense, partida na qual eu joguei muito bem. Isso foi dia 5 de setembro de 1984. Na quinta-feira, aos 20 anos de idade, eu tomei uma decisão e entreguei a minha vida para Jesus. No mesmo período, eu me tornei um jogador de futebol profissional e o meu interior foi mudando. Comecei a me envolver com Deus, com as coisas da Igreja, fui abandonando os maus costumes, até que eu tive a maior experiência que um homem pode ter: um encontro com Deus. Houve uma transformação dentro do meu ser. Dali em diante, todo o meu interior mudou e a minha vida foi dividida entre o antes e o depois.
Como se deu o chamado de Deus para o altar?
Após meu encontro com Deus, minha esposa também passou a frequentar a Igreja e se converteu, foi quando comecei a recuperar minha auto-estima, a minha vontade de jogar futebol. Reconquistei minha forma, fiz um excelente campeonato, mas já começava a me sentir um peixe fora d’água dentro do campo de futebol. Nesse tempo, eu já era obreiro. Eu era ovacionado, muito assediado pela imprensa e torcedores, estava começando a concretizar aquele que, até então, era meu grande sonho. Por outro lado, eu já fazia reuniões, ajudava os pastores, e, fazendo uma oração pelo povo, sentia aquela realização que eu imaginava sentir no estádio de futebol. A confusão tomava conta da minha cabeça. Comecei a orar pedindo uma resposta a Deus.
No final desse ano, em que disputei o campeonato sul-mato-grossense, eu recebi a proposta dos sonhos: o São Paulo se interessou pelo meu futebol. Houve, então, um contato entre os clubes e foi divulgado que eu estava sendo transferido para o São Paulo Futebol Clube a fim de assumir o lugar do meia-esquerda Pita, que estava sendo vendido para um clube fora do País. Acabando as férias, eu iniciaria os trabalhos no São Paulo.
Nesse meio tempo, eu participei de uma reunião no Maracanã, com o Bispo Edir Macedo, num domingo. Foi uma reunião muito forte, onde tudo se definiu. Na segunda-feira, o Pastor da IURD de Padre Miguel (RJ) perguntou se eu tinha coragem de largar o futebol e ingressar na obra de Deus. E eu respondi: sim!
Como é conciliar a responsabilidade de ser bispo, marido e pai ao mesmo tempo?
Ser Bispo, marido e pai, ao mesmo tempo, torna-se fácil porque, além de ter uma esposa convertida, nascida de Deus, e focada no mesmo propósito, eu tenho um filho também no mesmo objetivo.
Eu me lembro de um momento em que eu fui transferido para outro estado e meu filho me abraçou e abraçou a minha esposa, os três juntos – cabeça com cabeça – e disse: “Pai, nós estamos juntos. Para onde nós formos, Deus é com a gente. A gente está unido”. Então, assim fica fácil. Quando você tem um casamento sólido e a sua esposa e filhos estão no mesmo espírito, focados no mesmo propósito de ganhar almas e transformar a vida das pessoas, a renúncia, nesse sentido, passar a ser imperceptível.
Diante de tantas responsabilidades, quando há algum tempo livre, o que o senhor costuma fazer?
Eu gosto de jogar futebol. Sempre que dá, me reúno com os pastores e jogamos um pouco. Alguns até pedem umas aulinhas.
Este ano a IURD completou 33 anos de existência. O que o senhor tem a dizer?
Desde o dia em que comecei a frequentar até hoje, são 31 anos de Igreja Universal do Reino de Deus, a qual, como membro, considero a minha casa, o meu quarto, o lugar mais confortável. Como missão, ela é a última. Eu não vejo outra igreja que tenha a intenção que existe no interior da liderança da Igreja Universal. Eu amo a Igreja Universal do Reino de Deus.
O que o bispo Macedo representa para o senhor?
No mundo atual, ele é a expressão dos heróis do passado que fizeram história com Deus. Na atualidade, um Abraão que se destaca pela fé e sacrifício; um Moisés que se revelou como libertador de Israel; um Josué que tinha a marca da perseverança; um Davi que era homem de guerra; um Elias que era considerado pelos inimigos da época o perturbador de Israel e, sobretudo, o servo do Senhor Jesus que estabeleceu seu ministério na justiça, misericórdia e fé, curando, libertando, ensinando e salvando todos quantos desejavam.
Qual o conselho o senhor dá aos jovens que desejam fazer a obra de Deus?
A obra de Deus é como uma rosa: muito bonita, mas tem seus espinhos. Muitas vezes, encantados pela beleza, você pega a rosa de qualquer jeito e esquece os espinhos. Isso porque nós somos considerados o lixo desse mundo. Quem faz a obra de Deus, no Brasil, especialmente, é taxado como qualquer coisa, menos como sério, seja pela imprensa, pela mídia ou pela sociedade, esta que torce o nariz quando ouve a palavra “bispo”. Pastor tornou-se sinônimo de ladrão, enganador, bandido. Nós não temos o apoio do mundo. Esse é o lado espinhoso da obra de Deus. Mas quando você consegue vencer esse lado, logo percebe a beleza da obra. O jovem precisa estar consciente de que vai enfrentar muitas adversidades, e estar focado num único propósito: ganhar almas, seja onde for, esteja onde tiver, na posição que o Espírito Santo quiser que ele fique.
No auge da carreira, atleta abandona o futebol para atender ao chamado de Deus. Ele fala sobre a busca pelo sucesso profissional e a realização em fazer parte da família Igreja Universal
Por Cristiane Calaça / Fotos: Bruno Delgado
redacaoiurd@arcauniversal.com
IURD/AL promove o banho do descarrego nesta sexta-feira 13
Popularmente conhecido como o mês do desgosto, agosto é o mês em que os espíritos malignos mais atuam na vida daqueles que não têm a proteção divina. Neste ano, em especial, o mês de agosto traz ainda mais uma sexta-feira, 13. A última vez em que uma sexta-feira 13 caiu em agosto foi há 6 anos, quando foi divulgado o triste balanço dos conflitos entre milícias rivais no Congo, com oito mil mortos e 600 mil refugiados.
Pensando nisso, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), em Alagoas, promove nesta sexta-feira (13.08) um forte tratamento de libertação, limpeza espiritual e proteção: o banho do descarrego com os 7 elementos sagrados. De acordo com o Bispo Sérgio Correa – responsável pelos trabalhos evangelísticos da Igreja Universal em Alagoas, “o banho é composto pelos 7 elementos sagrados, que são: a água – que representa a palavra de Deus; o óleo – que representa o Espírito Santo; o vinho – que representa o sangue de Cristo; o trigo – símbolo da prosperidade; a arruda – que representa a criação; o sal – que dá o sabor da vida; e o perfume do Nardo, sobre o qual a Bíblia fala que somos o bom perfume de Cristo”, explica o Bispo.
A reunião será realizada às 7h, 10h, 12h, 15h e, especialmente, às 19h, com o Bispo Sérgio Correa, no Templo Maior (Avenida Comendador Gustavo Paiva, Mangabeiras), e em todas as Igrejas Universal do Reino de Deus.
IURD/AL promove reunião contra o mal que assola o mês de agosto
O mês de agosto é popularmente conhecido como o mês do desgosto. Para alguns, isso não passa de crença popular. Outros, seja por superstição ou outro motivo, preferem não arriscar. Na Argentina, por exemplo, as pessoas evitam lavar a cabeça durante o mês de agosto já que, segundo os argentinos, durante o oitavo mês do ano, o ato de higiene atrai a morte.
O nome Agosto foi dado pelos romanos como uma homenagem ao imperador Augusto, dada a sua boa fase, com a ascensão à compostura de Cônsul e a conquista do Egito. Ainda assim, não se sabe quando e porque o mês de Agosto passou a ser considerado o mês do sofrimento. Alguns acontecimentos reforçam a crença:
1. No dia 24 de agosto de 1954, no Rio de Janeiro, o então Presidente da República Getúlio Vargas, suicidou-se. E o Presidente Jânio Quadros renunciou à presidência da República no dia 25 de agosto de 1961;
2. Juscelino Kubitscheck, vítima de um desastre automobilístico, morreu no dia 22 de agosto de 1976;
3. No dia 13 de agosto de 1961 foi dado o início a construção do muro de Berlim;
4. Dias 6 e 9 de agosto de 1945 Hiroshima e Nagazaki foram “varridas” pela bomba atômica. Mais de duzentas mil pessoas morreram nestes dias;
5. Em 1º de agosto de 1914 começou a 1ª Grande Guerra Mundial e em agosto de 1939 iniciou a II Grande Guerra Mundial.
Buscar a proteção divina é fundamental para se livrar dos males que cercam a humanidade e “para iluminar os que estão assentados em trevas e na sombra da morte; a fim de dirigir os nosso pés pelo caminho da paz” (LUCAS 1-78-79). Afinal, “saiu, pois, Satanás da presença do senhor e feriu Jó de úlceras malignas, desde a planta do pé até o alto da cabeça” (JÓ 2-7).
Na próxima sexta-feira (13.08), o Bispo Sérgio Correa promove a distribuição do Protetor dos Pés, a fim de proteger a sociedade alagoana de todo o mal. A reunião será realizada no Templo Maior (Avenida Comendador Gustavo Paiva, Mangabeiras), especialmente às 19h. Mais informações: www.catedraldemaceio.com.br.
IURD/AL: Bispo Sérgio Correa propõe uma sociedade com população alagoana
Uma das lojas de departamentos mais tradicionais do Brasil, a Mappin foi fundada na Inglaterra em 1774 e trazida para São Paulo pelos irmãos Mappin. Ela encerrou suas atividades em 1999, depois da má administração de Ricardo Mansur. A falência foi decretada junto com as lojas Mesbla, que havia sido incorporada ao Mappin em 1996. Uma marca avaliada em 12 milhões de reais, arrematada por menos da metade do preço pela rede de lojas Marabraz.
No mundo dos negócios, poucos acontecimentos são tão previsíveis quanto à chance de uma sociedade ser desfeita e ser decretada a falência. Um estudo realizado pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, aponta que no ano de 2008 34% dos sócios se separaram graças a disputas por poder. Ainda de acordo com a pesquisa, a incapacidade de aceitar o papel do outro é o que leva 9% dos sócios a se separarem.
A fim de revelar o responsável pelo insucesso financeiro de muitas empresas e o motivo pelo qual muitas sociedades são desfeitas, o Bispo Sérgio Correa realiza nesta segunda-feira (26.07), no Templo Maior, durante a Nação dos 318 (19h), o Dia da Sociedade, quando ele vai propor aos alagoanos que seja firmada uma sociedade com ele, a fim de que o sucesso profissional e financeiro esteja sempre presente nos lares alagoanos.
O Templo Maior está localizado na Avenida Comendador Gustavo Paiva, Mangabeiras – ao lado do Maceió Shopping.
Entrevista com o bispo Edir Macedo
O fundador da IURD fala com exclusividade ao Portal Arca Universal
Neste dia 9 de julho, a Igreja Universal do Reino de Deus completa 33 anos. Nesta entrevista exclusiva ao Arca Universal, o bispo Edir Macedo fala sobre quais eram suas expectativas há 3 décadas, quando tudo começou, como ele vê a Igreja hoje e também sobre como lida com os planos futuros.
Vendo o crescimento da IURD, ao longo desses 33 anos, que sentimento o senhor tem ao olhar para trás e perceber que tudo começou em um coreto?
- Sentimento de que o Espírito de Deus é real e cumpre Suas promessas.
Quando surgiu a ideia de fundar a Igreja Universal, o “projeto” inicial teve a ver com o que ela representa hoje; é como o senhor imaginava?
- Não. Se o Espírito de Deus me revelasse o que hoje se vê, certamente riria como Sara quando soube que seria mãe após sua idade avançada somada com seu problema de esterilidade.
Ao longo desses 33 anos, a Igreja deixou de realizar algum projeto? Por quê?
- Acredito que sim. Muitos que vieram até ela não ficaram. Apenas uns poucos foram escolhidos, como os 300 de Gideão.
Como é administrar uma obra que está presente em quase todos os países do mundo?
- A administração física depende da espiritual. O Espírito Santo tem escolhido pessoas a dedo e, através delas, a tem administrado.
As dificuldades e perseguições enfrentadas fora do Brasil foram (são) as mesmas enfrentadas aqui?
- Toda e qualquer perseguição sofrida tem caráter espiritual. Os mesmos espíritos imundos que agem aqui o fazem lá.
Quando a Obra iniciou fora do País, o senhor teve uma preparação para isso?
- O Espírito de Deus é Quem prepara Seus escolhidos para servir ao Seu Filho aqui ou em qualquer lugar.
Uma pessoa aos 33 anos de idade pode ser considerada madura. No que o senhor acha que a IURD amadureceu ao longo deste tempo? Quais as mudanças significativas que a Igreja teve com o passar dos anos?
- A maturidade depende dos desertos enfrentados. Quanto maior o número de desertos, maior o grau de maturidade. A IURD tem crescido espiritualmente por conta das lutas enfrentadas. As mudanças têm sido muitas, especialmente no que diz respeito ao uso da fé sobrenatural e inteligente.
No Brasil, ainda existe muito preconceito e resistência ao trabalho da IURD e ao nome do senhor. No entanto, recentemente, um repórter, ao entrevistar um sul-africano, se surpreendeu ao ser perguntado se era do mesmo país que o senhor. Como é lidar com o preconceito por parte de alguns e ao mesmo tempo com o reconhecimento por parte de outros?
- É natural o preconceito. Jesus, Seus apóstolos e seguidores enfrentaram o mesmo em suas respectivas épocas. Num mundo dominado pelo espírito babilônico não poderíamos esperar flores de seus habitantes. Faz parte da fé cristã. Só os nascidos do Espírito Santo sobrevivem e prevalecem. Não é fácil enfrentar o preconceito por parte daqueles a quem queremos ajudar. Porém, quando lhes é revelada a Luz do Evangelho, então, somos recompensados com sua gratidão.
A Igreja possui muitos projetos sociais, desde o trabalho com crianças, jovens, passando pela alfabetização de adultos e até a preocupação com o sertão nordestino. Portanto, milhares de pessoas já foram e são beneficiadas com eles. A IURD tem em vista outros projetos sociais?
- O trabalho da IURD tem sido cem por cento social. Isso por conta da mensagem viva do Evangelho. Jesus não trouxe uma nova religião, mas vida. Quando o ser humano é possuído pelo Espírito de Deus, suas atitudes em relação a Deus, ao próximo e a si mesmo mudam completamente. Daí a razão das pessoas que outrora eram excluídas, hoje, terem suas vidas restauradas e reintegradas à sociedade. Quando o cego passa a enxergar, ele deixa de depender de terceiros, começa a produzir e custear sua própria vida. Quando o bandido é liberto, é menos uma ameaça à sociedade. Infelizmente, a sociedade e o Governo não conseguem enxergar esse benefício social da IURD. O que adianta, por exemplo, dar um prato de comida? Cessará a fome? A IURD, pelo poder da fé na Bíblia, tem conduzido libertação dos escravos de todo e qualquer vício. Assim sendo, ela promove reintegração social muito além do que qualquer outra instituição social. E o melhor, sem receber qualquer ajuda governamental.
Muitas pessoas falam que a construção de catedrais é desnecessária. Por que a Igreja Universal investe em templos grandiosos?
- Não somente para devolver às pessoas os benefícios de seus dízimos e ofertas, mas, sobretudo, lhes dar visão da vontade de Deus para suas vidas. Jesus veio para trazer vida e vida com abundância. As catedrais provam isso.
Seu blog tem milhares de acessos. Muitas pessoas se sentem mais à vontade para comentar e pedir orientação espiritual. Como o senhor vê essa interação com o público?
- As informações oficiais têm registrado quase 3 milhões de acessos mensalmente. Isso prova que há um enorme benefício para os internautas. Isso prova que nosso trabalho não tem sido em vão.
Vemos que a IURD valoriza a disciplina entre seus membros, obreiros, pastores e bispos. Como essa disciplina interfere no crescimento da Igreja?
- O Reino de Deus é feito de ordem e disciplina. Quem não se submete é porque não tem interesse em viver de acordo com Deus. Nesse caso, é melhor buscar outra fonte. Não somos um clube que está à busca de membros. Somos pregadores das Boas Novas do Evangelho. Quem crê e obedece é abençoado. Quem não crê, paciência. Mas, jamais abriremos mão da ordem e da disciplina na IURD. Mesmo que isso signifique prejuízo econômico.
Com o crescimento da IURD, há necessidade de um grande número de voluntários para a Obra. Que tipo de preocupação o senhor tem para a escolha dessas pessoas?
- Fazê-las nascer da água e do Espírito Santo.
Quais as próximas metas para a IURD?
- Aguardamos inspiração e orientação Divina.
Qual a mensagem que o senhor deixa para os milhões de fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus no mundo?
- A mesma do meu Senhor: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida.” Ap. 2.10
Fonte: Arca Universal
Força Jovem muda destino de jovens alagoanos
Rafael Campos tinha 16 anos quando, convidado pela tia, chegou à Igreja Universal do Reino de Deus. Por causa dos amigos, envolvidos no tráfico de drogas, ele estava sendo ameaçado de morte. “Viemos eu e outro colega. Foi a nossa última porta. Fomos bem recebidos e logo eu me engajei no trabalho da Força Jovem. Ele se afastou e, lamentavelmente, foi morto”, conta Rafael, que hoje é o Pastor responsável pelos trabalhos da Força Jovem no Estado de Alagoas, uma equipe composta por mais de 3 mil pessoas com idade entre 15 e 40 anos.
Um trabalho que, segundo ele, tem transformado o destino de muitos jovens em Alagoas, onde 80% dos crimes e da violência são resultantes do tráfico e do alto consumo de drogas. “Promovemos apresentações teatrais, reuniões ao ar livre, gincanas, campeonatos de futebol e outras atividades a fim de despertar o interesse desses jovens em participar das atividades da igreja”, explica o pastor.
Inspirado no testemunho do Bispo Renato Maduro – que por 12 anos foi escravo das drogas –, o grupo desenvolve o projeto Dose Mais Forte, por meio do qual atendem aos filhos de membros da IURD, que lá chegam em busca de uma libertação para o ente querido. Um trabalho de propagação da Corrente do Bem, através da qual pessoas que já venceram o vício leva o seu testemunho a churrascarias, comunidades e lugares de grande circulação. “Não é um trabalho fácil. Descemos grotas, subimos morros, algumas vezes não somos bem recebidos, mas a certeza de que vamos transformar a vida desses jovens é a nossa força”, destaca Rafael Campos.
Ele lembra ainda que, há seis meses, conseguiu reunir mais de 500 pessoas na Grota do Rafael, localizada no bairro do Jacintinho, para uma reunião ao ar livre com o Bispo Sérgio Correa – responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal em Alagoas – com a presença do vereador pastor Marcelo Gouveia. “O Bispo levou a direção de Deus para aquele lugar, revelando o caminho correto a seguir. Foi um momento de muita oração”, relata. Alguns daqueles jovens passaram a frequentar as reuniões do grupo, realizadas todos os sábados, às 16h, no Templo Maior (Avenida Comendador Gustavo Paiva, 3.046, Mangabeiras).
Fruto de uma educação cristã, Vitor Correa, 16 anos, revela seu comprometimento com o bem-estar da sociedade e não perde uma atividade desenvolvida pelo grupo. “Cada um desses jovens vive uma realidade diferente. Mas, orientados pela palavra de Deus, tentamos apresentá-los um mundo diferente, longe das drogas. É gratificante”, diz ele que, junto com o grupo, montou uma verdadeira força-tarefa para ajudar as vítimas das fortes chuvas que atingiram o Estado de Alagoas no mês de junho, devastando, pelo menos, 28 municípios.
Foram 17 toneladas de alimentos e 200 mil peças de roupas arrecadados, além de materiais de limpeza, água potável e outros donativos encaminhados às cidades em situação de calamidade pública. “Sei que hoje só estou vivo por causa da Força Jovem. Ainda quero salvar muitas outras vidas”, emociona-se o Pastor Rafael.
Por Cristiane Calaça
Repórter
Igreja Universal do Reino de Deus distribui a Mezuzah para a proteção dos lares alagoanos
A fim de se protegerem contra quedas ou colisões, os motociclistas utilizam capacete. Em fábricas e construções, os capacetes também são utilizados como proteção contra queda de objetos ou ferramentas.
A Mezuzah, que é um pequeno rolo de pergaminho onde passagens bíblicas são guardadas, tem uma função semelhante à do capacete. Afixada nas portas das residências, ela tem o poder de proteger os moradores e evitar aflições. E é no conteúdo da Mezuzah onde reside seu verdadeiro valor. No momento em que ela é afixada na porta, ela atrai a santidade de Deus que vai envolver a casa ou o estabelecimento.
No próximo domingo (18.07), o bispo Sérgio Correa, junto com os pastores, estará distribuindo a Mezuzá para todos os que desejam proteção e segurança em seus lares e estabelecimentos contra a dor e o desalento provocado pelas tragédias. A Concentração de Fé e Milagres é realizada especialmente às 9h30 no Templo Maior, localizado na Avenida Comendador Gustavo Paiva, Mangabeiras – ao lado do Maceió Shopping.







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